2005/11/08

O beco. A zona. A loirinha.

O texto sai da cabeça solta ...
Um sopro ...
Caudaloso sinal!
Vontade de dizer com palavras ...
Sentimento de um qualquer...
Escada sem rimas e retas!
Caminho soturno, por que não?
Feminina, dançava doce sob o palco da puta.
Num rasgo de saia predizia o vazio.Não ama ninguém.
Assim, no vislumbrar de um par de olhos fechados ...
O cigarro na ponta dos dedos anunciava a fumaça pueril ...
Sem mais...
Finalizo a experiência.
Obrigado.